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a m o r o s a m e n t e

Talvez sinta demais, mas se não fosse assim perdia a graça.

a m o r o s a m e n t e

Talvez sinta demais, mas se não fosse assim perdia a graça.

1001 tons de depressão.

26.11.19 | Helena Alegria | opinar
Hoje preciso de soltar estas palavras presas ao peito. Uma mistura entre dor e gratidão… Eu só sei que nunca esperei que o desespero supremo me trouxesse o melhor possível… Especialmente depois de me dar o pior que há em si. Tornou-se (...)

A carta que não te entreguei.

06.11.19 | Helena Alegria | opinar
E ali estávamos nós. Quarta-feira ao final da tarde, numa carruagem de metro, sentados frente a frente. Talvez não fosse assim tão final de tarde, ou talvez nesta quarta o metro viesse estranhamente vazio... O nosso silêncio rasgava a (...)

Seria, assim, o fim.

28.10.19 | Helena Alegria | opinar
Eu disse ser o fim. A última lágrima que alguma vez derramaria. Dou por mim na mesma morada de outras vidas, doutros amores. Durmo na mesma cama amaldiçoada que outrora sepultou restos mortais de um coração partido. Eu disse ser o fim, mas (...)

Quatro anos depois.

12.10.19 | Helena Alegria | notas (1)
Quatro anos passaram e quase não dei por eles. Só dei pela tua falta. Uma ausência já há muito rotineira, mas que, ainda assim, volta e meia não se encaixa nesta casa. As memórias fogem-me pelos dedos... Até que as mais pequenas (...)

Eu não te quis largar.

09.10.19 | Helena Alegria | opinar
Naquele momento fechei os olhos com toda a força possível em mim. Tudo em mim chorou naquele momento. Tudo em mim escasseava de coragem para te largar. Não te queria largar. Ainda hoje dói. Dói tanto. E a ti? Quanto de ti sangrou? Sofro (...)

Quantas vezes

07.10.19 | Helena Alegria | opinar
Quantas vezes estivemos lado a lado sem sequer nos tocarmos de que perto era de costas voltadas e longe era de mãos dadas   Quantas vezes a tua sombra andou colada na minha sem que se notasse a distância que separa as nossas vidas   Quan (...)

Queria ter te abraçado.

03.10.19 | Helena Alegria | opinar
Ando em círculos. Corredores infinitos decorados por cómodas onde pousam retratos. Todos têm o teu rosto, todos me relembram de algum detalhe que nada mais foi além disso. Algo pequeno e discreto ao qual ninguém daria importância. Mas (...)